Camponesas e Camponeses do ES fecham BRs 101 e 262 Contra o Desmonte da Previdência

Venda Nova do Imigrante (3)

Ato em Venda Nova do Imigrante. Fotos: Rádio fmz

Na manhã desta quinta-feira 30 de março de 2017, camponesas e camponeses do Espírito Santo paralisaram a BR 101 e BR 259 em João Neiva e Venda Nova do imigrante a BR 262 no km 102. Aproximadamente 5 mil pessoas na luta contra a Reforma da Previdência, passam o dia no trevo de João Neiva e na BR em Venda Nova do Imigrante.

As manifestações foram realizadas por organizações e movimentos sociais, porém também contou com a presença de pastores, padres e servidores públicos locais e se posicionam contra a reforma da previdência.

O “Crime da Previdência” o “Desmonte da Previdência” quer tirar os direitos da Classe Trabalhadora, mais os camponeses não vão ficar quietos diante disso. “Somos contra a reforma da presidência, por nenhum direito a menos”, afirmam os manifestantes.

MPA

Ato em João Neiva. Foto: Ana Flávia Luck/MPA

O governo golpista de Temer com a mídia golpista da Globo, estão mentindo mais uma vez para os trabalhadores, dizendo que temos um super defict, uma grande divida, e com isso é necessário fazer as reformas da previdência e trabalhista, mais não vamos deixar passar esse desmonte, estamos organizados campo e cidade numa aliança. E por isso vamos continuar nas nossas lutas, nossas manifestações.

A camponesa e dirigente do MPA, Roseli Maria de Souza fez uma contribuição destacando a posição do Movimento contra a Reforma da Previdência, “descaso do governo e essa violência contra a Classe Trabalhadora, que vem tirando dos camponeses e camponesas seus direitos, como o aumento do tempo e idade de aposentadoria, contribuição mensal com o INSS, perda do direito a salario maternidade, e ainda dizem que somos segurados. Nós não aceitamos reforma, desmonte dá previdência, por isso viemos hoje e vamos vir quantas vezes for necessário, por isso dissemos a previdência fica e o Temer sai.”

O interessante é que em vários municípios do interior as pessoas ficaram sem vir para os atos por não ter vagas nos ônibus e não ter tido mais ônibus para alugar, explicam os manifestantes.

Por Comunicação MPA